Trilhas da Cena

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Três mulheres com expressões variadas estão em fila, parcialmente visíveis no canto direito da imagem, com as mãos levantadas na altura de seus rostos em foco. Elas estão vestidas em tons de vermelho, branco e cinza, em um fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

O tempo não dá tempo

Com texto do humorista e poeta Gregório Duvivier, do escritor Gonçalo M. Tavares e do dramaturgo Oscar Saraiva, o espetáculo O Tempo Não Dá Tempo é uma montagem itinerante com direção de Duda Maia, e reuniu diferentes gerações como a bailarina e coreógrafa Angel Vianna – celebrando 90 anos de vida, Ciro Sales, Juliana Linhares, Marina Vianna e Oscar Saraiva.

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CARANGUEJA

Uma mulher, que não sabemos bem de onde nem de que tempo vem, é atravessada por múltiplas vozes que ouvimos como se estivéssemos dentro de sua cabeça. Entre elas, há desde uma voz de aeroporto até alguém que lê uma notícia de jornal ou um programa de rádio que ensina uma receita de moqueca. As vozes falam de diferentes formas através do corpo da mulher e vão desenhando pistas do que está acontecendo. Uma espécie de metamorfose vai se dando ao longo da ação, levando essa mulher a viver num limiar entre humano e crustáceo, entre mulher e carangueja.

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Dança Macabra

Um cubo que se mexe sozinho, uma mulher que desaparece, ou o pássaro negro da bruxa que agora anda solto pelo mundo, sem ter mais um ombro onde pousar. Dança macabra é uma performance solo criada a partir de reflexões acerca das representações do macabro, da morte e da sobrevivência – um processo de investigação de diferentes formas de resistência e expressão frente à morte ou à mortificação de algo. Onde reside o morto? O espaço é experimentado como um espaço de tensão, entre o que se apresenta e o que resiste a se dar a ver.

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Pipas

PIPAS acompanha a personagem fictícia Cláudia, mulher periférica que vive as alegrias e amarguras da vida na favela, ao lidar com situações que colocam em xeque seus direitos como mulher. Baseada em histórias reais, de figuras femininas que inspiram a comunidade do Complexo do Alemão, a trama revive a trajetória da protagonista, partindo do momento em que ela tem todas as suas perspectivas e sonhos frustrados por uma gravidez indesejada, aos 15 anos de idade.

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Ubirajara

Ubirajara, uma cantoria nasce a partir das cantorias na janela do prédio onde Soraya Ravenle mora, em Botafogo, no Rio de Janeiro, durante a pandemia e o pandemônio. Foram muitas “Janelanças”, que se deram como rituais de compartilhamento e cumplicidade entre os vizinhos, que se estenderam para a quadra e depois para espaços cênicos. Em Tupy, Ubirajara significa senhor da vara, senhor da lança. Traz um sentido de coragem, luta, enfrentamento, desejo de lançar outras possibilidades de existirmos hoje, aqui, agora. Assim é também com o repertório musical escolhido, que cria uma dramaturgia nessa direção.

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Reencarnação

Reencarnação ao vivo é uma palestra-performance na qual Larissa Siqueira desmonta “Aparição”, o seu trabalho anterior.

A artista elenca uma série de aparições (filmes, peças de teatro, canções e eventos da família), refletindo a cada uma destas, sobre as possibilidades de uma reencarnação sem morte à partir da arte. A arte nos levando a começar de novo.

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Um homem com maquiagem de palhaço preta e branca, vestindo uma camisa branca e suspensórios, está sentado em uma sala sutilmente iluminada, olhando para baixo, ao lado de um grande contrabaixo. A iluminação projeta sombras dramáticas contra um fundo preto. Foto: Guto Muniz

O Contrabaixo

O CONTRABAIXO é um espetáculo que mergulha no cotidiano de um músico, contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Estado. Ali são expostos, de maneira sensível e profunda, os conflitos vividos pelo personagem, como músico profissional e como cidadão. Através do universo da música, o autor passa em revista as relações sociais e humanas do  mundo.

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Teoria King Kong

Teoria King Kong é um espetáculo com uma dramaturgia não-realista, onde três atrizes buscam, através de suas traduções e vivências, trazer para a realidade brasileira alguns temas abordados pela escritora francesa Virginie Despentes. O espetáculo apresenta –– numa espiral cheia de humor e acidez, reflexões para um possível pacto civilizatório. Protagonizam a montagem três das mais brilhantes atrizes da nossa geração, Amanda Lyra, Ivy Souza e Verónica Valenttino, sob a direção de Yara de Novaes.

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