Trilhas da Cena

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Uma foto em preto e branco de duas artistas em um palco ao ar livre. Uma, de cara pintada de branco e grandes sobrancelhas e boca preta, está sentada e agindo levemente surpresa. O outro está de pé, com um grande chapéu e blusa preta, com um livro aberto, parecendo chocada. Uma multidão os observa. Foto: Guto Muniz

Acorda Aderbal

“Acorda Aderbal” foi o primeiro espetáculo criado pelo Armatrux. Os atores encenam em quadros rápidos, várias situações do cotidiano, utilizando-se de três tapadeiras. Um espaço mágico que transporta o público para uma diferente experiência de visualização cênica.

O espetáculo diverte e desperta o público para uma linguagem em que o lúdico e a ilusão se misturam à técnica dos atores.

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Uma imagem em preto e branco de um homem de terno e gravata em pé ao lado de uma mulher em um vestido e um véu cobrindo seu resto. Eles estão colocados contra um fundo escuro, ambos aparecendo em um foco suave. Foto: Guto Muniz

O Beijo no Asfalto

Um desconhecido é morto ao ser atropelado por um ônibus e, agonizante, pede a um bancário que lhe dê um beijo na boca. O gesto é transformado em escândalo pela imprensa sensacionalista e o bancário sofre com o preconceito popular e também passa a ser investigado pela polícia, que começa a supor que o acidente tenha sido um assassinato.

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Mulheres de Hollanda

Inspirado na obra de Chico Buarque, o espetáculo mergulha no universo feminino através de canções, textos e performances que exploram dores, alegrias e complexidades das mulheres.

Uma homenagem à pluralidade e à profundidade emocional feminina, a peça celebra a existência da mulher.

Dividido em dois atos, o espetáculo reúne 69 canções de Chico Buarque, tecendo um mosaico de histórias e personagens inesquecíveis. Uma experiência que une música, poesia e teatro para revelar a força e a delicadeza do feminino.

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A Ultima Sessão de Freud

A ação se passa em 1939 no gabinete de Freud na Inglaterra onde havia se exilado, depois de ter fugido da Áustria, por causa da perseguição nazista em plena segunda guerra mundial.
Em seu gabinete Sigmund Freud, pai da psicanalise, ateu convicto e implacável critico da crença religiosa, recebe o escritor poeta e critico literário C.S Lewis, dois gênios que influenciaram o pensamento critico e filosófico da sociedade do século XX.

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Menino Mandela

Zoe, neta de Nelson Mandela, precisa fazer um trabalho de escola sobre seu avô e contar como foi sua infância na aldeia sul-africana Qunu. Conversando com o avô e revolvendo suas memórias, Zoe é transportada através de uma “fenda no espaço-tempo” para 1926, onde ela encontra o menino Rolihlahla, que se desdobra para aproveitar ao máximo a vida entre brincadeiras, obrigações e o aprendizado com os anciões de sua tribo. Quando Rolihlahla começa a frequentar a escola, recebe de sua professora um novo nome, Nelson. Às voltas com um mundo repleto de hábitos e saberes novos, o menino vai enfrentar a perda precoce do pai e a despedida da mãe, que precisa entregá-lo aos cuidados de seu tutor, o Rei Jongintaba.

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Foto João Caldas

O Vazio na Mala

Em “O Vazio na Mala”, Samuel, renomado jornalista de guerra, retorna ao Brasil em 2005 para vender o apartamento dos pais, fechado desde a morte deles, há mais de 5 anos. Porém, ao mergulhar nas memórias familiares, ele se depara com conflitos e segredos. A avó, Esther, guarda numa mala fechada os relatos e documentos da fuga da Alemanha nazista Em meio a revelações sobre o passado violento de seu pai, Franz, a cuidadora Ruth surge como elo de afeto e uma força propulsora do encontro entre Samuel e Esther e das transformações necessárias a cada um. Baseada em eventos reais, “O Vazio na Mala” explora temas universais como família, ciclos e a busca por significado.

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foto: Silvia Machado

Solos de Rua

“Solos de Rua” inspira-se no texto manifesto “As Embalagens”, de Tadeusz Kantor. Trata-se de um jogo coreográfico no qual as bailarinas e a lona se afetam mutuamente em espaços públicos de grande circulação, misturando-se à paisagem local. Não é possível saber, ao certo, o que emerge de dentro da multidão. O que se sabe é que, de vez em quando, não convém permanecer em silêncio, pois é urgente mover,dobrar(-se), friccionar, atar, ocultar, revelar, desviar, dizer e não apaziguar. Criado a partir da performance solo de Luciana Bortoletto “Solo de Rua”, de 2012 e contemplado com o prêmio Denilto Gomes/ 2013, em 2016 foi recriado dentro do projeto Vir-a-Ser, para manutenção de pesquisa, contemplado pela XX Edição do Edital de Fomento à Dança da cidade de São Paulo.

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Língua em Revista

Criar outras línguas. Falar outras línguas, sobre outras línguas, línguas que ainda não existem, histórias que ainda não foram contadas. Escrever, reescrever, não escrever, repensar, recriar, ruminar e restabelecer línguas e histórias. Aqui, nesta língua-história fala-se sobre outros caminhos. A língua-história registrada nas apostilas do ensino fundamental jogamos para o alto. Sobre ela, criaram-se novas estradas.

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Quatro pessoas em trajes teatrais estão dramaticamente de pé com os braços ao lado do corpo entre bancos de igreja, de frente para direções diferentes. Outra pessoa está sentada de costas para o espectador, olhando para elas. O cenário tem uma iluminação atmosférica e dourada. Foto: Guto Muniz

Paraíso Perdido

O Paraíso Perdido é um espetáculo do Teatro da Vertigem que explora questões metafísicas fundamentais: a perda do paraíso e a nostalgia das origens. Inspirado na obra de John Milton, textos bíblicos e relatos mesopotâmicos, a montagem associa o mito da queda aos sentimentos contemporâneos de decadência. Utilizando o universo da infância como metáfora, investiga a condição humana e nossa busca ancestral por religamento original.

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